quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Hoje Quinta-feira - 16 de Outubro
A Direcção da CPPME recebeu Delegação do PCP











Uma Delegação do PCP composta pelo Secretário Geral - Jerónimo de Sousa  e Agostinho Lopes foi recebida nas Instalações do Seixal da CPPME pelo Presidente João Pedro Soares acompanhado pelo Vice-Presidente João Vicente, e os Directores Executivos Francisco Saragoça, Eduardo Correia, José Ligeiro e o Secretário Geral José Brinquete . 



ABERTURA DELEGAÇÃO ALMADA
Núcleo Empresarial Almada Velha
Rua da Judiaria, 14

Dia
Mês
Hora
24
Outubro
16H00 – 17H30
07
Novembro
16H00 – 17H30
21
Novembro
16H00 – 17H30
               05
Dezembro
16H00 – 17H30
19
Dezembro
16H00 – 17H30

Nota
- A partir de Janeiro de 2015 a Delegação funcionará com outra regularidade. No início do ano serão afixados os dias e os horários.


O Núcleo de Almada da CPPME

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Proposta da CPPME

ORÇAMENTO ESTADO 2015



A CPPME defende a aprovação de um Plano Estratégico Nacional que garanta o investimento produtivo e dinamize o mercado interno nacional, integrando neste o Objectivo Temático 3, dos Fundos Comunitários, que prevê uma verba de 6 200 milhões de euros, cerca de 25% do total dos Fundos Comunitários, para as Micro, Pequenas e Médias Empresas, com critérios claros de acesso, eficientes e transparentes.

Assim, propõe um conjunto de medidas, imediatas e a médio prazo, como sejam:

·        Medidas fiscais

- IVA Normal - baixar para 21%.
- IVA da Restauração - redução para 13%.
- IVA da Energia e Gás – regresso ao escalão mínimo, 6%.
-IVA de Caixa - entrega só após boa cobrança para as micro empresas, com alargamento dos montantes com volumes de facturação até 2 milhões de euros, considerando a definição europeia de micro empresa.
- IRC - extinção do PEC e do Regime Simplificado e a criação de Critérios Técnicos e Científicos. Progredindo para o princípio Constitucional de que os impostos devem ser em função dos rendimentos.
- IRC/RS – alterar a forma de cálculo (60% x SMN x 14 meses x IRC em vigor) para que não sejam os micro empresários, com menos de 200 mil euros de VAN – Volume Anual de Negócios, os únicos a serem atingidos pelo aumento da carga fiscal, sempre que o SMN subir.
- Tributação Autónoma sobre Rendas – alterar a taxa de Tributação Autónoma de 28% sobre rendas, criando escalões diferenciados, tal como o IRS, deixando de penalizar os pequenos senhorios face aos grandes senhorios.
- IMI – redução das taxas do IMI, correcção dos valores dos índices que sobreavaliam os prédios e actualização do valor patrimonial em função do valor de mercado.
- IRS – reposição dos escalões e substituição da actual sobretaxa do IRS por uma sobretaxa crescente aplicável a partir de 3 salários mínimos nacionais (SMN).

·        Crédito

- Com juros aceitáveis e compatíveis com a realidade económica nacional.
- O mercado interno nacional depende, fortemente, de capitais alheios, do sistema financeiro e bancário, pelo que deve ter acesso ao crédito em moldes que não ponham em risco a sua sustentabilidade.
- Financiamento das empresas: tesouraria e investimento.
- O papel da Caixa Geral de Depósitos (CGD) deve assumir a função de interlocutor privilegiado no financiamento das MPME, com um papel de referência e diferenciador face à banca privada; o Banco de Portugal uma intervenção reguladora; a Autoridade da Concorrência o controle no funcionamento do mercado.

·        Custos Fixos

- Redução do preços do combustível  e das portagens, dado o peso que têm nos encargos das empresas.
- Redução dos preços da água e do tratamento dos resíduos sólidos, dado tratar-se de recursos fundamentais ao desenvolvimento das actividades empresariais e fundamental à preservação ambiental.
- Adequação do valor de taxas e tarifas à realidade do tecido empresarial (só na hotelaria existem quase uma centena de formalidades, sendo que são todas a pagar, o que provoca constrangimentos na competitividade empresarial).

·        Revogação da Lei do “Arrendamento Comercial”

- Com a publicação do NRAU em 2012 deu-se um agravamento substancial das rendas, com um acréscimo dos despejos, sendo vítimas directas desta má Lei muitos micro e pequenos empresários.
- Pela importância que tem para a economia nacional o “Arrendamento não Habitacional” (vulgo arrendamento comercial) propõe-se a revogação do NRAU e a respectiva autonomização deste, relativamente ao “Arrendamento Habitacional”

·        Apoio Social

- Com a publicação do Decreto-Lei nº 12/2013, de 25 de Janeiro, deu-se um agravamento da Taxa Social Única (TSU), passando de 29,60 para 34,75% (um aumento de 17,40%). Em 2 anos o Governo arrecadou mais mais 600 milhões de euros sem nada despender, a suportar pelos empresários, sem que o sistema de apoio social tenha entrado em vigor, remetendo a sua aplicação para Janeiro de 2015. 
- Entretanto, com a aproximação da entrada em Execução deste Decreto-Lei constacta-se que o mesmo ainda não foi regulamentado.
- Face a esta situação importa exigir com toda a urgência a sua regulamentação e garantir que os serviços do Estado estão em condições de o aplicar, sem qualquer reserva, a partir do dia 1 de Janeiro de 2015.

·        Fundos Comunitários 2014-2020

- Aplicação dos 6 200 milhões de euros, do Objectivo Temático 3, nas condições apresentadas pela CPPME ao Ministro da Economia, em 17 de Janeiro de 2014, designadamente:

- A criação de uma Secretaria de Estado ou de um Instituto para tratar com as Micro e Pequenas Empresas, já que o IAPMEI, pelas suas características não manifesta vocação de apoio às Micro e Pequenas Empresas.

- Garantir que o Objectivo Temático 3 vise a criação de empregos, promova a sustentabilidade e a competitividade das empresas, tenha a participação directa de todos os representantes do tecido empresarial, designadamente de representantes de MPME e, que seja dotado, no mínimo, com 50% do volume de Fundos destinados a investimento empresarial das micro e pequenas empresas, dada a sua clara e esmagadora hegemonia no tecido empresarial nacional (cerca de 99,5%). Segmentando por cada categoria empresarial (micro, pequena e média) as verbas que a cada uma serão destinadas.

- Alteração da norma estabelecida que incapacita à partida a maioria das micro empresas tributadas por métodos indiciários e colectas mínimas (exemplo do PEC e Regime Simplificado) de se candidatarem a Fundos Comunitários e a outros benefícios, ficando assim excluídos dos apoios.


Seixal, 01 de Outubro de 2014

A Direcção da CPPME


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

DELEGAÇÃO DA CPPME - ALMADA

A CPPME informa que vai abrir durante o mês de Setembro a sua Delegação de Almada, que ficará situada no,

Edifício do Núcleo Empresarial de Almada Velha
Rua da Judiaria, nº 18 – Sala 1
2800 – 125 ALMADA

Os Micro, Pequenos e Médios Empresários do Concelho de Almada passarão a ter ao seu dispor os serviços da CPPME mais próximos.

A Delegação de Almada da CPPME terá dias de abertura e horário que serão divulgados brevemente.


quinta-feira, 14 de agosto de 2014



BES

Reflexos nas Micro, Pequenas e Médias Empresas



A CPPME - Confederação Portuguesa das Micro Pequenas e Médias Empresas, acaba de ser alertada para os reflexos preocupantes, consequentes da gestão danosa do BES e GES, na vida já muito difícil das MPME.

Dois exemplos paradigmáticos ilustram a total ausência de princípios éticos, do capital e dos poderes que o suportam, na relação que estabelecem com a micro e a pequena unidade económica.

Efectivamente foi possível que uma micro empresa a quem o BES concedeu, contra garantias, a abertura de uma conta corrente caucionada de 20 000 euros, e uma outra que sendo pequena tem uma conta corrente caucionada em outro banco, tenham sido, cada uma por si, aliciadas para investirem as verbas disponíveis no aumento de capital a que o BES, então, procedia, sob as bênçãos, não do Espírito Santo, mas sim, dos testemunhos de solidez e risonha expectativa de gerar rentáveis negócios, no futuro, que solene, empenhada e afanosamente, o Governo e o Banco de Portugal, atribuíam, com estranha oportunidade, ao Banco Espírito Santo. 

Concluído o aumento de capital do BES, o Banco de Portugal pôde, apressadamente, anunciar que as acções passavam a valer zero, mas a obrigação de pagamento das contas correntes caucionadas, obviamente, se manteria.

Para a CPPME pequenas e grandes empresas, accionistas das empresas cotadas na bolsa, correm sempre o risco de perder ou ganhar em função da evolução dessas empresas. Não é, no entanto, licito que aos investidores accionistas de uma empresa lhes seja dito, sem que exista falência declarada, que perderam tudo o que aplicaram, retirando-lhe o activo e deixando-lhe o passivo. No entender da CPPME eles são accionistas em tudo, ou seja, no passivo e no activo.

Veio entretanto, neste bem lusitano processo, a CMVM lançar mais perplexidade quando diz haver indícios de ter existido informação privilegiada aos grandes accionistas o que lhes terá permitido tomar medidas para minorar as perdas.

De uma coisa tem a CPPME a certeza - aos pequenos accionistas do folclórico e designado, pelo sistema, “capitalismo popular”, engodo de que o capital se vem servindo, essa informação não chegou.

Conforme "lei vigente", entalados, pela impunidade dos "poderosos", ficarão muitos milhares de pequenos empresários que, à mercê de todos os reflexos negativos consequentes, dificilmente poderão resistir a uma morte anunciada. 
                                                                    
A CPPME é da opinião que esta bizarra medida do Banco Novo e Banco Mau, sem nexo, emanada de uma orientação da desorientada UE, obedientemente posta em prática, pelo Governo e Banco de Portugal, tem, previsivelmente, consequências nefastas para a economia Nacional. Resta a convicção animadora de que os tiros nos pés, que o capitalismo insaciável vem dando, resultem em demonstração evidente de que os povos não têm de suportar por mais tempo, com os seus impostos e cortes nos seus rendimentos, a devassa e os buracos gerados pelos, ainda, impunes e protegidos especuladores financeiros.                
                 
A CPPME exorta os MPME, apanhados nesta teia, a associarem-se para reclamar contra mais este assalto e para defenderem os seus interesses de classe que não são, de certeza, os mesmos da família Espirito Santo, nem os das políticas económicas e financeiras vigentes.

Seixal, 13 de Agosto de 2014

O Executivo da Direcção da CPPME


CPPME reuniu com IAPMEI

Por solicitação da CPPME, realizou-se uma reunião de trabalho entre esta Confederação e o IAPMEI, no passado dia 29 de Julho de 2014, nas Instalações desta Instituição (IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, I.P. (IAPMEI, I.P.), organismo dependente do Ministério da Economia.

Pela Delegação do IAPMEI participou o seu Presidente, Professor Miguel de Campos Cruz, o Vogal Eng.º. Miguel Sá Pinto, e o Dr. João Miranda, do Departamento de Incentivos e Créditos. A Delegação da CPPME era constituía pela Vice-Presidente, Dr.ª Clementina Henriques, pelo Vice-Presidente, Eng.º João Vicente, pelo membro da Direcção, Eng.º Luís de Matos e pelo Secretário-Geral, José Brinquete.

Os objectivos principais da audiência visaram:

1.            A apresentação de cumprimentos à nova Direcção do IAPMEI (que tomou posse no início do ano);

2.            Reafirmar a acção da CPPME (que no próximo ano, 2015, comemora o seu 30º Aniversário) junto da maior fatia do tecido empresarial;

3.            Obter informação aprofundada e rigorosa sobre o andamento dos programas em curso e a sua aplicabilidade às micro e pequenas empresas que laboram no mercado interno nacional;

4.            Solicitar informação detalhada e credível sobre os programas comunitários previstos para o próximo quadro comunitário de apoio (Portugal 20-20);

5.            Procurar estabelecer uma via comunicacional eficaz entre as duas instituições que permita à CPPME disseminar os meios de apoio disponíveis no IAPMEI para as suas representadas;

6.            Procurar o estabelecimento de eventuais parcerias, entre as duas entidades, que agilizem procedimentos e criem eficiência dos recursos existentes que, muitas vezes, não chegam às MPME.

A reunião decorreu com cordialidade e simpatia mas às questões colocadas pela CPPME pouco ou nada foi respondido de concreto, designadamente:

a)           O IAPMEI não acrescentou qualquer informação sobre o andamento de programas como o Revitalizar, o Valorizar, a PME Crescimento, o Comércio Investe, o Empreendedorismo, o Portugal Sou Eu, ou por exemplo o Emprego Jovem;

b)           Relativamente ao novo Quadro Comunitário, Portugal 20-20, destinado às Empresas, foi informado que ainda não existe nada de concreto. Sobre esta matéria ficou o compromisso de que quando forem conhecidos os programas, o IAPMEI irá convidar a CPPME para as “Sessão de Esclarecimento” que irá realizar pelo País;

c)            Por fim, no que concerne a eventuais parcerias ou acordos de colaboração, com vista a apoiar os micro, pequenos e médios empresários no preenchimento de toda a complexidade de formulários e à apresentação de candidaturas, ficou a possibilidade de interacção com “o front office” e com a Academia IAPMEI, daquela instituição, de modo a capacitar os empresários para um melhor acesso às ferramentas disponíveis em suporte informático.

Em resumo, podemos concluir que esta reunião de trabalho reitera as preocupações que a Confederação tem vindo a manifestar sobre o papel e a utilidade do IAPMEI, no apoio que deverá prestar às Micro e Pequenas Empresas, que correspondem a mais de 99 % do tecido empresarial português e são o principal empregador em Portugal.

No entanto, talvez a maior preocupação saída desta reunião de trabalho tem a ver com o facto de os responsáveis do IAPMEI reflectirem o alheamento, reinante, que os separa da penosa existência das micro e pequenas empresas que, com as suas fragilidades técnicas e de gestão, se têm visto praticamente arredadas dos apoios existentes, apesar de constituírem o espaço maioritário de emprego privado e do mercado interno nacional.

Seixal, 08 de Agosto de 2014


O Executivo da Direcção da CPPME

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA E CPPME
ASSINAM PROTOCOLO



A Câmara Municipal de Almada e a CPPME – Confederação Portuguesas da Micro, Pequenas e Médias Empresas assinaram ontem, dia 31 de Julho de 2014, pelas 14H30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Almada um protocolo «Acordo de Colaboração». Para proceder à assinatura para além do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Almada, Joaquim Judas, Dr.º e do Presidente da CPPME, João Soares, Dr.º, compareceram ainda outros dirigentes da CPPME.


O «Acordo de Colaboração» agora assinado tem em conta o tecido empresarial de Almada que se caracteriza pela predominância das micro, pequenas e médias empresas, com expressiva representatividade do sector terciário e mais particularmente dos estabelecimentos comerciais, alojamento, restauração e serviços.

A importância destas estruturas empresariais na criação de emprego de base local, no desenvolvimento económico do concelho, na dinâmica produzida pelos espaços de acolhimento, no apoio ao empreendedorismo e captação de investimentos, a par da resolução dos problemas e defesa dos interesses dos Micro, Pequenos e Médios Empresários do concelho de Almada, serão alguns dos objectivos deste Acordo.