terça-feira, 6 de maio de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
NOTA DE IMPRENSA
Empresários,
Agricultores e Dirigentes Associativos
Exigem
reforma da Justiça e da Fiscalidade
Os micro,
pequenos e médios empresários do comércio, restauração, serviços e indústria,
os agricultores e os dirigentes do movimento associativo e popular, reunidos
por iniciativa da CNA, CPCCRD e CPPME, no Seminário “As Questões da Fiscalidade e da
Justiça na Vida das Empresas e do Movimento Associativo”, no dia 16 de
Abril de 2014, no Seixal, analisaram a situação da justiça e da fiscalidade na
vida das suas organizações.
Esta
realização conjunta teve por objectivo avaliar, diagnosticar e fazer propostas
sobre o estado da justiça e da fiscalidade nestes três sectores, que têm em
comum, designadamente: o associativismo e a defesa dos seus associados; a
prestação de bens e serviços, materiais e imateriais, que garantem à população
a satisfação das suas necessidades básicas, quer sejam económicas, sociais ou
culturais; contribuem para a criação de empregos com direitos, para o desenvolvimento
da economia local, regional e nacional; uma brutal e cega carga fiscal; uma
legislação desadequada, repressiva e persecutória: as acções inspectivas da
ASAE, AT, IPDJ, IGAC, SPA entre outras, são bem demonstrativas da falta de
pedagogia e de insensibilidade social dos governos e dessas entidades que
aliado ao aumento dos combustíveis, portagens, seguros, energia, rendas e IMI,
licenças e taxas agravam os custos de produção e funcionamento.
Temos
ainda em comum o facto de muitos milhares de micro, pequenos e médios
empresários ou agricultores serem associados ou dirigentes das colectividades e
vice-versa.
Por
todas estas razões, os participantes e as três Confederações organizadoras do
Seminário exigem do actual Governo medidas urgentes na área da Justiça e da
Fiscalidade, das quais destacamos:
- Medidas
legislativas e políticas que combatam de forma eficaz, efectiva e imediata
a morosidade processual, os custos da Justiça e decida medidas de
solicitadoria de execução;
- Anulação
das novas imposições fiscais sobre os pequenos e médios agricultores. De
facto, é injusto e desadequado que o governo esteja a obrigar os pequenos
e médios agricultores a terem de se colectar na Finanças e a emitir
facturas desde que queiram vender meia dúzia de ovos … ou duas couves … ou
um litro de vinho … ou alguma fruta … etc. Entretanto, a Segurança Social
já está a “cair” em cima dos agricultores, que entretanto se colectaram e
a obrigá-los a pagar mais contribuições mensais. Trata-se, pois, de
medidas fiscais contributivas que, a consumarem-se, vão provocar a ruína
de dezenas de milhares de pequenos agricultores e contribuir para mais
despovoamento do meio rural.
- Uma
reforma fiscal profunda, nomeadamente do IVA, IRC, IRC/RS, IRC/PEC, PC,
IRS, Tributações Autónomas, IMT, IMI, etc., bem como incentivos fiscais às
MPME que anulem a discriminação negativa face às grandes empresas
nacionais e multinacionais. Dentro do princípio que o País que tem uma
fraca economia não pode ter uma brutal carga fiscal e, em respeito pela
Constituição da República, cuja tributação deve ser em função dos lucros
obtidos;
Consideraram
ainda que o Governo deve tomar medidas concretas que apoiem e estimulem:
1. A aquisição
de bens e serviços preferencialmente no comércio e agricultura local, dentro do
princípio da solidariedade económica de forma a rentabilizar a oferta existente
e, realimentar associativa e economicamente, estes sectores;
2. As
acções que visem o conhecimento, sensibilização, informação, formação e
qualificação dos decisores destes sectores, tendo por base a sua importância
económica, financeira, social e cultural;
Por fim proclamam:
1. A
necessidade do reforço da cooperação entre estes sectores em tudo o que seja
comum, convergindo para tomadas de posição públicas e de intervenção junto dos
poderes instituídos no sentido de propor e influenciar as políticas públicas, a
produção legislativa e o sistema fiscal;
2. A
defesa da Constituição da República Portuguesa que, passados 40 anos do 25 de
Abril de 1974, continua sendo a Carta Magna dos Portugueses, defendendo e
garantindo, nomeadamente: a liberdade e a democracia; o progresso e desenvolvimento
económico, visando uma sociedade mais justa, feliz e solidária; a soberania e a
independência nacional.
Lisboa,
24 de Abril de 2014
CNA
– Confederação Nacional da Agricultura
CPCCRD
– Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio
CPPME
– Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas
quinta-feira, 17 de abril de 2014
CPPME NA ANTENA 1
HOJE
Quinta-feira 17 de Abril 2014, às 16,00 horas
CPPME participa no Debate da Antena1 com o seu Presidente
João Pedro Soares, que terá ainda a participação de António Saraiva, Presidente
da CIP e Carlos Oliveira Presidente da CA da Invest Braga e ex-Secretário de
Estado da Inovação.
SAUDAÇÃO APROVADA POR UNANIMIDADE E ACLAMAÇÃO NO SEMINÁRIO - FISCALIDADE E JUSTIÇA REALIZADO A 16 DE ABRIL NO AUDITÓRIO DOS SERVIÇOS CENTRAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DO SEIXAL
SAUDAÇÃO
Em
Abril Comemoremos a Liberdade e a Democracia!
Este ano, comemoramos 40
anos do 25 de Abril de 1974 e os 38 anos da Constituição da República de 2 de
Abril 1976.
Os empresários do comércio,
serviços e indústria, os agricultores e os dirigentes do movimento associativo
e popular, reunidos em Seminário no Auditório dos Serviços Centrais da Câmara
Municipal do Seixal sobre “As Questões da Fiscalidade e da Justiça na Vida das
Empresas e do Movimento Associativo”, conscientes do momento que vivemos, consideram
essencial recordar que com Abril conquistámos a liberdade de expressão e
reunião, o direito à saúde, à educação, à segurança social e o poder local
democrático.
Com o 25 de Abril escrevemos
a Constituição da República que defende uma democracia política, democracia
económica, democracia cultural e democracia social, indissociáveis, e que são o
cerne do regime e sistema políticos que deve ser respeitada e considerada como
parte da solução para os problemas que vivemos.
Com o 25 de Abril conquistámos
o direito de associação e, como pessoas livres, decidirmos por nós próprios o
nosso presente e o nosso futuro e por isso deliberamos:
-
Saudar todos os anti fascistas que resistiram e lutaram contra a ditadura,
encontrando-se entre eles pequenos e médios empresários, agricultores e
associativistas e, assim, criaram condições para o surgimento do Movimento das
Forças Armadas;
-
Saudar calorosamente os Militares de Abril que, com o Povo Português,
protagonizaram a conquista dos mais elementares direitos de cidadania como a
liberdade, a democracia, o fim da guerra colonial e o desenvolvimento que
sempre foram o sonho de uma vida de futuro livre e digno.
Porque Abril constitui um
dos mais importantes acontecimentos da história de Portugal, Abril é mudança e
é futuro.
25
DE ABRIL SEMPRE!
Seixal, 16 de Abril de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
PME Crescimento 2014
prevê linha de apoio à tesouraria das
empresas!
A CPPME – Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e
Médias Empresas tem reivindicado, com convicção e firmeza, que seria necessário
uma linha de crédito de apoio à tesouraria e fundo de maneio das empresas, dado
que, as mesmas se encontram descapitalizadas e a necessitarem de algum oxigénio
que permita dar resposta aos seus compromissos e voltarem a investir.
Recentemente, o Ministério da Economia (ME) veio anunciar
“2 mil milhões de euros para apoiar o crescimento das PME, ao longo da próxima
década”, como se pode ler no portal do Ministério da Economia. Sendo que “500
milhões são uma linha geral para as necessidades de tesouraria e fundo de
maneio das micro e pequenas empresas”.
O ME afirma que esta linha de crédito está disponível a
partir de 3 de Março de 2014 e informa, ainda, que a contratualização com os
bancos está fechada e as regras de acesso, elegíveis, estão definidas.
Em todos os encontros institucionais que a CPPME tem
vindo a efectuar com o Governo esta tem sido uma matéria prioritária, que
esteve sempre em cima da mesa.
Portanto, a CPPME só
pode considerar esta medida positiva e oportuna, desejando que a sua aplicação
seja justa e eficaz.
Contudo, a CPPME alerta para o facto de, sendo esta
medida positiva, não ser suficiente para responder à grave crise que se
instalou no universo das micro e pequenas empresas.
A CPPME considera que enquanto não for reduzida a brutal
carga fiscal, enquanto o poder de compra dos portugueses não for restabelecido,
o mercado interno, para o qual trabalham mais de 94% das empresas, não será
restaurado e a sustentabilidade das micro, pequenas e médias empresas não está
garantida.
Seixal, 12 de Março de 2014
A Direcção da CPPME
Subscrever:
Mensagens (Atom)


.jpg)



