| FISCALIDADE E JUSTIÇA - SEMINÁRIO - ![]() |
sexta-feira, 28 de março de 2014
PME Crescimento 2014
prevê linha de apoio à tesouraria das
empresas!
A CPPME – Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e
Médias Empresas tem reivindicado, com convicção e firmeza, que seria necessário
uma linha de crédito de apoio à tesouraria e fundo de maneio das empresas, dado
que, as mesmas se encontram descapitalizadas e a necessitarem de algum oxigénio
que permita dar resposta aos seus compromissos e voltarem a investir.
Recentemente, o Ministério da Economia (ME) veio anunciar
“2 mil milhões de euros para apoiar o crescimento das PME, ao longo da próxima
década”, como se pode ler no portal do Ministério da Economia. Sendo que “500
milhões são uma linha geral para as necessidades de tesouraria e fundo de
maneio das micro e pequenas empresas”.
O ME afirma que esta linha de crédito está disponível a
partir de 3 de Março de 2014 e informa, ainda, que a contratualização com os
bancos está fechada e as regras de acesso, elegíveis, estão definidas.
Em todos os encontros institucionais que a CPPME tem
vindo a efectuar com o Governo esta tem sido uma matéria prioritária, que
esteve sempre em cima da mesa.
Portanto, a CPPME só
pode considerar esta medida positiva e oportuna, desejando que a sua aplicação
seja justa e eficaz.
Contudo, a CPPME alerta para o facto de, sendo esta
medida positiva, não ser suficiente para responder à grave crise que se
instalou no universo das micro e pequenas empresas.
A CPPME considera que enquanto não for reduzida a brutal
carga fiscal, enquanto o poder de compra dos portugueses não for restabelecido,
o mercado interno, para o qual trabalham mais de 94% das empresas, não será
restaurado e a sustentabilidade das micro, pequenas e médias empresas não está
garantida.
Seixal, 12 de Março de 2014
A Direcção da CPPME
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Colóquio / Debate
"A evolução da economia Portuguesa - que
perspectivas?"
Auditório do Diário do Sul, Évora, 24 de
Fevereiro de 2014 (Fotos - Diário do Sul)
Na passada segunda-feira, dia 24 de Fevereiro de 2014, com início pelas
18H00, o Núcleo de Évora da CPPME realizou um importante Colóquio/Debate, na
cidade de Évora, sob o lema "A evolução da economia
Portuguesa - que perspectivas?", onde participaram cerca de meia centena
de empresários do concelho.
Este evento, que teve lugar no Auditório do Diário do Sul, Jornal que está a comemorar o seu 45º Aniversário, teve o privilégio de contar com as comunicações do Dr. Carlos Pinto de Sá, Presidente da Câmara Municipal de Évora, do Dr. José Alberto Lourenço, prestigiado economista e de Gaudêncio Cabral, jovem empresário de Évora. José Brinquete, Secretário-geral da CPPME, moderou o Debate.
Entre outros assuntos, foram analisados os dados macroeconómicos da situação económica
portuguesa e as necessárias alternativas para inverter as desastrosas
políticas governamentais, a importância do mercado interno e valorização, como
elemento fundamental da nossa economia, do aumento do poder de compra dos
portugueses, a necessidade de uma Reforma Fiscal profunda por forma a aliviar a
vida das empresas, assim como, a necessidade de crédito às empresas, a
juros e prazos aceitáveis, para garantir uma tesouraria saudável e o
investimento, condição fundamental à renovação do tecido produtivo nacional.
O Senhor Presidente da Câmara Municipal de Évora, Dr. Carlos Pinto Sá,
tomou boa nota das sugestões apresentadas pelos empresários presentes e
informou de um conjunto de medidas que o Município de Évora pretende
desenvolver, a breve prazo, com vista à animação e
dinamização da vida da cidade e do concelho de Évora.
Com esta iniciativa, o Núcleo de Évora da CPPME, pretendeu ainda dar
a conhecer a Confederação aos empresários do concelho e fez um apelo a todos os
presentes para que se tornem seus Associados, por forma a reforçar o Movimento
Associativo Empresarial, condição necessária à defesa dos seus interesses.
O Núcleo da CPPME funciona
provisoriamente na Rua 5 de Outubro, nº 75, em Évora. Agradecemos aos interessados que, se o pretenderem, entrem em contacto
com o Núcleo através do endereço provisório.
JUNTOS SEREMOS MAIS FORTES!
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
CPPME Recebe Grupo Parlamentar do PCP
A solicitação do Grupo Parlamentar do Partido
Comunista Português e integrado nas suas Jornadas Parlamentares realizadas a 17
e 18 de fevereiro em Setúbal, a CPPME recebeu ontem (18-Fev) na sua sede
Nacional no Seixal uma delegação desse Grupo Parlamentar.
A situação de vida dos
muitos milhares de Micro, Pequenos e Médios Empresários, as questões da
Fiscalidade, do Mercado Interno e do Poder de Compra dos Portugueses, foram os
principais temas abordados e alvo das maiores preocupações.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
FUNDOS
COMUNITÁRIOS 2014-2020
Risco de irem para
menos de 5% das empresas
A CPPME reuniu recentemente
com o Ministro-Adjunto e do Desenvolvimento Regional e com o Ministro da Economia
para conhecer com detalhe a estratégia e os critérios de aplicação dos próximos
Fundos Comunitários direccionados para as MPME. Face à pouca informação
disponível, a CPPME saiu dessas reuniões com muitas dúvidas sobre aplicação das
próximas verbas.
Veja-se, por exemplo, o
Programa Cosme que aponta, claramente e só, para o apoio às empresas
exportadoras, que são cerca de 18 mil, num universo de mais de 1 milhão.
Sobre esta matéria a CPPME
apresentou ao Governo algumas propostas que, lamentavelmente, não tiveram bom acolhimento,
nomeadamente:
- A
criação de uma Secretaria de Estado ou de um Instituto para tratar com as
Micro e Pequenas Empresas, já que o IPMEI não tem conseguido desempenhar
esse papel.
- A
garantia de que o Programa de Desenvolvimento Regional, a definir, tenha a
participação directa de todos os agentes do desenvolvimento regional,
designadamente de representantes das MPME e, que seja dotado, no mínimo,
com 50% do volume dos fundos destinados a investimento empresarial das
micro, pequenas e médias empresas, dada a sua clara e esmagadora hegemonia
no tecido empresarial nacional.
- A
definição de uma Fiscalidade que tenha tributação compatível com a
realidade das actividades exercidas pelas micro e pequenas empresas, não
as discriminando pela negativa através de métodos indiciários e colectas
mínimas que as fazem pagar maiores percentagens que as grandes empresas.
Acresce que, à partida, a maioria das micro empresas tributadas por
métodos indiciários e colectas mínimas (exemplo o PEC) fica, por norma
estabelecida, incapacitada de ser candidata aos fundos comunitários e a
outros benefícios, ficando assim excluídas dos apoios.
- A
criação de linhas de crédito a juros e condições adequadas à situação das
MPME, onde a Caixa Geral de Depósitos tenha um papel de referência e
diferenciador face à banca privada, e, o Banco de Portugal e a Autoridade
da Concorrência, uma intervenção reguladora, supervisionando e
fiscalizando as condições de crédito concedidas.
No parecer da CPPME, enquanto
não estiverem definidos os critérios, os regulamentos e fundamentalmente a
estratégia de aplicação dos fundos comunitários 2014-2020, seria prudente que o
Governo não desse notícias tão pouco esclarecedoras.
O mercado interno tem de ser
valorizado, a sustentabilidade das micro e pequenas empresas salvaguardada e o
poder de compra fortalecido.
Seixal, 04 de Fevereiro de
2014
O Gabinete de
Imprensa da CPPME
Subscrever:
Mensagens (Atom)









.jpg)